Embrascon

A missão dos profissionais da área humana

31 março 2014
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“A empresa é a cara de seu presidente”- frase que poderia ser adaptada para qualquer nível organizacional: o setor é a cara do seu chefe, o projeto é a cara de seu gerente, etc. Por isso, nenhuma empresa poderá (e me parece que nunca pôde) ser diferente da maneira que a sua cúpula transmite ser, consciente ou inconscientemente. Algumas empresas, a título de estarem na moda, implantam programas “participativos” sem que o presidente e os diretores tenham noção da importância daquilo que estão iniciando. Mexer com os valores humanos desta forma é manipulação e é o que se faz...

O amor faz parte dos objetivos estratégicos da sua empresa?

21 março 2014
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Eu tenho consciência que não sei tudo, mas a resposta a essa pergunta eu sei. Só eu não, eu e vocês todos sabemos na ponta da língua: NÃO! Nenhuma empresa tem este objetivo estratégico. Nem de curto prazo. Aliás, a pergunta será, certamente, motivo de chacota na grande maioria das empresas. Em resposta a ela, como tática para aumentar a produtividade, essa mesma maioria de empresas realiza, no seu setor de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas, apenas treinamento para o seu pessoal adquirir habilidades que resultem em aumento de produtividade e, consequentemente, em lucro. E como...

Vamos escolher outro nome para RH?

11 março 2014
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Tenho combatido há muitos anos o nome RECURSOS HUMANOS. Lá pelos idos de 1994 foi publicada uma matéria do repórter Luciano Rodrigues, de um jornal, no qual ele me entrevistava sobre o assunto. No entanto, me parece, não existe até hoje disposição da maioria dos gestores de mudar. Será o medo da mudança ? Ou será que o nome já está tão encruado no inconsciente coletivo da cultura empresarial brasileira, que já considera o humano como recurso mesmo. Isto certamente pode estar acontecendo porque o nome é proveniente do inglês, “human resources”, criado no final da década de...

A gente sabe ouvir? Dez dicas para melhorarmos

07 março 2014
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A cultura ocidental não desenvolveu essa característica comportamental, o que prejudica sobremaneira a relação com o outro. Podemos constatar facilmente que numa relação interpessoal nos concentramos fortemente em nossas posições, sem prestar a devida atenção aos conceitos e argumentos do outro. Na maioria das vezes, em nossa cultura, o outro ainda não acabou de falar e, portanto, de fornecer todas as informações acerca do que está falando, e nós o atropelamos com nossa interferência, sem entender o conceito do que está sendo transmitido. O treinamento para “saber ouvir” começa...